As soluções dadas para um cliente podem não servir para outro...
sábado, 12 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
6) LinkedIn: Recomendações - Cinco maneiras de tirar o máximo delas
Assim como potenciais empregadores ou recrutadores folhearão suas experiências profissionais no LinkedIn, recomendações de antigos e novos colegas podem ser uma das ferramentas mais úteis para expressar seu valor. Aqui vão 05 dicas sobre como fazer o melhor para você mesmo através das recomendações.
Dentro do seu perfil no LinkedIn, recomendações, as quais você deve buscar e aprovar de contatos a sua escolha, da aos empregadores uma visão mais ampla sobre você como se fosse um relatório direto, um chefe, um colega de trabalho, ou cliente. Elas fazem com que seu perfil no LinkedIn seja mais dinâmico e pessoal do que meramente estatístico (onde você trabalhou, o que fez).
Mas você também pode causar mais dano do que benefícios com uma recomendação no LinkedIn. Se você não pedir às pessoas mais apropriadas, ou se você utilizar muitas pessoas, isso poderá assustar potenciais empregadores que verão essas recomendações como uma bandeira vermelha ao invés de um voto de confiança.
CIO.com, na tentativa de ajudar os usuários do LinkedIn a evitar esses problemas, conversou com especialistas em gerenciamento de carreira online para descobrir a melhor forma de se conseguir as recomendações e torna-las um atrativo, ao invés de um entrave quando da busca por trabalho.
COMO ENVIAR UMA SOLICITAÇAO DE RECOMENDAÇAO NO LINKEDIN.
1. Depois que você entrar na sua página no LinkedIn, vá com seu mouse par ao menu do lado esquerdo da tela onde diz “Perfil”. Clique na subseção que diz “Recomendações”.
2. Na página de Recomendações, clique sobre “solicitar recomendação”.
3. Você será direcionado para um processo de 03 etapas. Nomeie a atividade sobre a qual deseja ser recomendado a partir de uma lista prévia baseada em seu perfil. Decida a quem pedirá a recomendação. E, por fim, escreve uma mensagem personalizada, explicando a pessoa porque você deseja que ela lhe recomende.
A quem pedir uma recomendação? Olhe para todos os lados.
Enquanto você deve ter uma recomendação onde seu chefe o parabeniza por suas habilidade e como seu trabalho ajudou a conduzir bons resultados de negócios, não pare por aí, diz Phil Rosenberg, presidente da reCareered, uma consultoria de carreiras.
“Se você quer demonstrar que trabalhava bem em equipe, fazer com que seus companheiros recomendem você dizendo que você sempre se superava em suas atividades ou ajudava a as pessoas de sua equipe como um mentor poderá ajudar a moldar sua imagem para os potenciais empregadores”, diz Rosenberg.
Você também deverá olhar para fora, para seus clientes, e para dentro, para seus chefes diretos, diz Kirsten Dixson, uma especialista em gerenciamento de imagem e identidade online.
“Se você realmente quer mostrar que é um ótimo gerente, você desejará receber recomendações dessas pessoas, e não apenas das pessoas as quais respondem a você”, diz Dixson. “Recomendações deveriam vir realmente de todos os lados ao seu redor: de cima, de baixo e de todos os lados”.
E mesmo que pareça óbvio, certifique-se de que conhece bem a pessoa antes de pedi-la uma recomendação. Isso não apenas certificará uma recomendação com profundidade e detalhes, mas também, evitará por alguém da desagradável posição de dizer “não”.
Direcionando as expectativas para uma recomendação.
Assim como uma recomendação escrita em papel ou no mundo do e-mail, uma pessoa recomendando você no LinkedIn poderá se aproveitar de dicas que você der sobre que pensamentos ou fatos está procurando atualmente dentro de suas recomendações. Como resultado, você não correrá o risco de magoar ninguém por mencionar que aspectos de sua experiência e relacionamento você está esperando receber.
“Não coloque palavras em suas bocas, mas peça a elas que acentue um ou dois pontos que ache que funcionarão com você”, diz Rosenberg. “Isso é melhor do que deixar por conta delas a chance de escrever o que quiserem”.
Dito isso, você irá querer se certificar de que não vai impedir um “recomendador” de escrever algo sobre você que reforce sua imagem (e que você pode nem ter pensado), diz Dixson. No convite para escrever a recomendação, ela sugere que você não deveria apontar para tópicos específicos, mas deveria mencionar que você ficaria feliz em passá-los às pessoas que o recomendarão se for útil na confecção da recomendação.
“Talvez você tenha uma feliz surpresa se eles criarem algo que exceda suas expectativas”, diz Dixson.
Extensão: Qualidade ou Quantidade.
Não machucará ninguém dar ao seu “recomendador” uma idéia sobre o tamanho da recomendação que deseja receber, e nesse caso, especialistas concordam que a qualidade é muito melhor que a quantidade.
Por um único motivo, a atenção dos leitores sobre a internet é conhecida por ser curta, diz Dixson. Como resultado, você não vai querer que potenciais empregadores percam os pontos principais de uma mensagem de recomendação porque eles não foram capazes de dispor de vários minutos para lê-la (o tempo é sempre curto).
Ambos, Dixson e Rosenberg, recomendam algo em torno de um parágrafo, sendo que dois parágrafos seria o máximo.
“Uma vez que o candidato deva planejar uma recomendação que reforce um ou dois pontos fortes, no máximo, mais que dois parágrafos será muito para a leitura de um potencial empregador”, diz Rosenberg.
“Em alguns casos, as recomendações com umas três sentenças comunicam a maior parte dos pontos essenciais de uma pessoa”, diz Dixson.
Número de Recomendações: mais uma vez, qualidade ao invés de quantidade.
Alguns perfis do LinkedIn se parecem com “infomerciais” devido ao uso excessivo da ferramenta de recomendações. E você não deve seguir essa estratégia, diz Rosenberg.
“Tenho visto pessoas que tem 300 recomendações”, ele diz. “O problema é que isso leva por água à baixo o impacto que qualquer uma daquelas recomendações individualmente causaria, além de distrair o leitor. Se você tiver cinco recomendações realmente importantes, ele precisará ler todas as 295 ruins para encontra-las”.
Rosenberg recomenda não mais que 10. Enquanto Dixson não aponta um número exato, ela diz que você é quem deveria tentar limitar-se a duas ou três para cada emprego.
De antes de receber.
E um clichê falar sobre a importância em se construir um capital social e boa vontade, mas é realmente inevitável quando eles vem das recomendações do LinkedIn. Antes que você espere receber recomendações das pessoas, é melhor ir e recomendar algumas você mesmo, dizem os especialistas. Assim, quando você se deparar com a necessidade de encontrar um novo trabalho, você poderá recorrer a elas para que retornem sua ação.
“LinkedIn tem tudo a ver com o karma social”, diz Rosenberg.”Assim, muitas pessoas que estão em busca de trabalho hoje irão aos seus Rolodex e dirão „me dá, me dá, me dá.“ Mas as pessoas realmente se cansam disso“. Tente recomendar antes de ser recomendado, e assim será muito mais fácil alcançar melhores resultados dessa forma”.
********
http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
Dentro do seu perfil no LinkedIn, recomendações, as quais você deve buscar e aprovar de contatos a sua escolha, da aos empregadores uma visão mais ampla sobre você como se fosse um relatório direto, um chefe, um colega de trabalho, ou cliente. Elas fazem com que seu perfil no LinkedIn seja mais dinâmico e pessoal do que meramente estatístico (onde você trabalhou, o que fez).
Mas você também pode causar mais dano do que benefícios com uma recomendação no LinkedIn. Se você não pedir às pessoas mais apropriadas, ou se você utilizar muitas pessoas, isso poderá assustar potenciais empregadores que verão essas recomendações como uma bandeira vermelha ao invés de um voto de confiança.
CIO.com, na tentativa de ajudar os usuários do LinkedIn a evitar esses problemas, conversou com especialistas em gerenciamento de carreira online para descobrir a melhor forma de se conseguir as recomendações e torna-las um atrativo, ao invés de um entrave quando da busca por trabalho.
COMO ENVIAR UMA SOLICITAÇAO DE RECOMENDAÇAO NO LINKEDIN.
1. Depois que você entrar na sua página no LinkedIn, vá com seu mouse par ao menu do lado esquerdo da tela onde diz “Perfil”. Clique na subseção que diz “Recomendações”.
2. Na página de Recomendações, clique sobre “solicitar recomendação”.
3. Você será direcionado para um processo de 03 etapas. Nomeie a atividade sobre a qual deseja ser recomendado a partir de uma lista prévia baseada em seu perfil. Decida a quem pedirá a recomendação. E, por fim, escreve uma mensagem personalizada, explicando a pessoa porque você deseja que ela lhe recomende.
A quem pedir uma recomendação? Olhe para todos os lados.
Enquanto você deve ter uma recomendação onde seu chefe o parabeniza por suas habilidade e como seu trabalho ajudou a conduzir bons resultados de negócios, não pare por aí, diz Phil Rosenberg, presidente da reCareered, uma consultoria de carreiras.
“Se você quer demonstrar que trabalhava bem em equipe, fazer com que seus companheiros recomendem você dizendo que você sempre se superava em suas atividades ou ajudava a as pessoas de sua equipe como um mentor poderá ajudar a moldar sua imagem para os potenciais empregadores”, diz Rosenberg.
Você também deverá olhar para fora, para seus clientes, e para dentro, para seus chefes diretos, diz Kirsten Dixson, uma especialista em gerenciamento de imagem e identidade online.
“Se você realmente quer mostrar que é um ótimo gerente, você desejará receber recomendações dessas pessoas, e não apenas das pessoas as quais respondem a você”, diz Dixson. “Recomendações deveriam vir realmente de todos os lados ao seu redor: de cima, de baixo e de todos os lados”.
E mesmo que pareça óbvio, certifique-se de que conhece bem a pessoa antes de pedi-la uma recomendação. Isso não apenas certificará uma recomendação com profundidade e detalhes, mas também, evitará por alguém da desagradável posição de dizer “não”.
Direcionando as expectativas para uma recomendação.
Assim como uma recomendação escrita em papel ou no mundo do e-mail, uma pessoa recomendando você no LinkedIn poderá se aproveitar de dicas que você der sobre que pensamentos ou fatos está procurando atualmente dentro de suas recomendações. Como resultado, você não correrá o risco de magoar ninguém por mencionar que aspectos de sua experiência e relacionamento você está esperando receber.
“Não coloque palavras em suas bocas, mas peça a elas que acentue um ou dois pontos que ache que funcionarão com você”, diz Rosenberg. “Isso é melhor do que deixar por conta delas a chance de escrever o que quiserem”.
Dito isso, você irá querer se certificar de que não vai impedir um “recomendador” de escrever algo sobre você que reforce sua imagem (e que você pode nem ter pensado), diz Dixson. No convite para escrever a recomendação, ela sugere que você não deveria apontar para tópicos específicos, mas deveria mencionar que você ficaria feliz em passá-los às pessoas que o recomendarão se for útil na confecção da recomendação.
“Talvez você tenha uma feliz surpresa se eles criarem algo que exceda suas expectativas”, diz Dixson.
Extensão: Qualidade ou Quantidade.
Não machucará ninguém dar ao seu “recomendador” uma idéia sobre o tamanho da recomendação que deseja receber, e nesse caso, especialistas concordam que a qualidade é muito melhor que a quantidade.
Por um único motivo, a atenção dos leitores sobre a internet é conhecida por ser curta, diz Dixson. Como resultado, você não vai querer que potenciais empregadores percam os pontos principais de uma mensagem de recomendação porque eles não foram capazes de dispor de vários minutos para lê-la (o tempo é sempre curto).
Ambos, Dixson e Rosenberg, recomendam algo em torno de um parágrafo, sendo que dois parágrafos seria o máximo.
“Uma vez que o candidato deva planejar uma recomendação que reforce um ou dois pontos fortes, no máximo, mais que dois parágrafos será muito para a leitura de um potencial empregador”, diz Rosenberg.
“Em alguns casos, as recomendações com umas três sentenças comunicam a maior parte dos pontos essenciais de uma pessoa”, diz Dixson.
Número de Recomendações: mais uma vez, qualidade ao invés de quantidade.
Alguns perfis do LinkedIn se parecem com “infomerciais” devido ao uso excessivo da ferramenta de recomendações. E você não deve seguir essa estratégia, diz Rosenberg.
“Tenho visto pessoas que tem 300 recomendações”, ele diz. “O problema é que isso leva por água à baixo o impacto que qualquer uma daquelas recomendações individualmente causaria, além de distrair o leitor. Se você tiver cinco recomendações realmente importantes, ele precisará ler todas as 295 ruins para encontra-las”.
Rosenberg recomenda não mais que 10. Enquanto Dixson não aponta um número exato, ela diz que você é quem deveria tentar limitar-se a duas ou três para cada emprego.
De antes de receber.
E um clichê falar sobre a importância em se construir um capital social e boa vontade, mas é realmente inevitável quando eles vem das recomendações do LinkedIn. Antes que você espere receber recomendações das pessoas, é melhor ir e recomendar algumas você mesmo, dizem os especialistas. Assim, quando você se deparar com a necessidade de encontrar um novo trabalho, você poderá recorrer a elas para que retornem sua ação.
“LinkedIn tem tudo a ver com o karma social”, diz Rosenberg.”Assim, muitas pessoas que estão em busca de trabalho hoje irão aos seus Rolodex e dirão „me dá, me dá, me dá.“ Mas as pessoas realmente se cansam disso“. Tente recomendar antes de ser recomendado, e assim será muito mais fácil alcançar melhores resultados dessa forma”.
********
http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
5) Como usar os perfis de companhias do LinkedIn para busca de oportunidades de trabalho e para networking
As páginas de perfis empresariais do LinkedIn podem ajuda-lo a ficar antenado com as idas e vindas das empresas, relações executivas, fatos chave de negócios, e muito mais. Aqui mostraremos como procurar e utilizar os Perfis Empresariais do LinkedIn a seu favor.
Assim como a crise torna muitos trabalhadores de todos os setores “buscadores de empregos”, muitos usuários do LinkedIn, a rede social para profissionais, começou a examinar os serviços gratuitos de perfis das empresas buscando aqueles profissionais que recentemente entraram (ou saíram) das organizações, preparam-se para entrevistas e aprendem sobre que habilidades alguns empregadores em particular valorizam em possíveis candidatos às vagas.
Desde que os Perfis de Companhias do LinkedIn foi lançado a mais ou menos um ano, mais de 160.000 companhias criaram seus perfis. Se você está procurando emprego na economia sufocante de hoje em dia, os Perfis de Companhias do LinkedIn podem ajuda-lo a conhecer melhor essas empresas de uma maneira mais profunda, de acordo com especialistas em carreira que analisaram o serviço. Outro bônus: uma análise cuidadosa dos contatos do LinkedIn que se cadastraram recentemente (ou trabalharam em) uma companhia pode ajuda-lo a determinar se a empresa seria uma boa oportunidade, comparando-se suas próprias qualidades àquelas dos candidatos contratados.
Após utilizar os serviços e conversar com especialistas, criamos um guia rápido baseado nos Perfis de Companhias do LinkedIn e ele mostrará como poderá começar a utilizar esse recurso imediatamente para encontrar um emprego ou networking.
COMO ACESSAR OS PERFIS DAS EMPRESAS NO LINKEDIN
1. Entre na sua conta do LinkedIn.
2. Clique em “Companhias”, localizado no alto/centro da sua página do LinkedIn, do lado direito do popular link de “Respostas”.
3. Quando a página de Companhias for carregada, digite o “nome da companhia” (exemplo: “GE” ou “Microsoft”) no campo de buscas. Nos resultados da busca, ao lado da companhia que procura, você verá um número dentro de parênteses, tal como (41), que indicará que há 41 ofertas de emprego disponíveis para aquela empresa.
4. Uma vez que você esteja na página da empresa, olhe para a coluna da direita para a seção de “empregos” e veja se há alguma oportunidade disponível.
Interessado em uma empresa? Veja com quem você está conectado para chegar até ela.
Uma das ferramentas mais úteis das páginas das companhias no LinkedIn: elas listam os seus contatos do LinkedIn (conhecidos como “conexões”) que trabalham em uma empresa em particular. Essa lista inclui suas conexões em primeiro grau (seus contatos imediatos no LinkedIn), segundo grau (amigos de seus amigos), e as de terceiro grau (amigos dos amigos de seus amigos).
“A ferramenta realmente pode ajudá-lo a encontrar seu caminho para entrar na rede”, dia Jason Alba, CEO da Jibberjobber.com, uma empresa de gestão de carreiras, e autor do livro “I’m on LinkedIn – Now What? (Estou no LinkedIn – e agora?)”. “Mesmo que alguém esteja a apenas duas conexões de distancia, ela coloca a informação bem na ponta de seus dedos, e você pode agir sobre ela conectando-se com essas pessoas diretamente e questionando sobre a empresa.”
O website de uma empresa não tem exatamente a finalidade de divulgar os nomes de todos os contratados ou daqueles que deixaram a organização. Mas felizmente para as páginas dos Perfis das Companhias do LinkedIn, os usuários o deixarão informado.
“O valor real do LinkedIn é que ele é uma base de dados auto-atualizada”, diz Phil Rosenberg, presidente da reCarreered (uma consultoria de carreiras). “Você pode ver quem está chegando, e isso poderá ajuda-lo a descobrir que perfis de candidatos a empresa está procurando para contratar”.
Rosenberg nota que um Perfil de Empresa no LinkedIn mostra a lista de novos contratados (e links para seus perfis públicos). Essa informação é puramente direcionada pelo usuário, presumindo-se que um empregado que consegue um novo emprego atualizará seu perfil afim de refletir essa mudança. Essa mudança no perfil do usuário se comunicará com o Perfil da Empresa no LinkedIn.
“Olhando-se para seus antecedentes poderá lhe fornecer algumas dicas e pistas sobre como as potenciais estratégias da empresa são,” diz Rosenberg. “Ele também mostra como a empresa está tentando lidar com os problemas específicos de seu negócio”.
LinkedIn também mostrará as mudanças e promoções que ocorreram na empresa internamente. Isso poderia ser algo trivial como uma mera mudança de título, mas também pode ser uma grande promoção ou mudança entre departamentos.
A seção dos antigos empregados não dá uma pista cronológica sobre quando eles deixaram a empresa. Se você quiser buscar essa informação, deverá clicar no perfil desse usuário e verificar se a informação existe em seu perfil público. Há um outro lado dessa funcionalidade, se pensarmos que muitas das pessoas listadas podem estar na sua lista de contatos ou conexões em 1º, 2º ou 3º graus.
“Você pode usar essa informação para entender muitas coisas”, diz Rosenberg. “Você pode recorrer a esses contatos para entender a cultura da empresa, ou talvez quem o entrevistasse se você fosse escolhido como candidato a uma vaga. Isso é uma excelente maneira de aprender por trás das cenas sobre alguns assuntos, assim você poderá causar uma boa impressão.”
Vá para escola na companhia de sua escolha
Os Perfis de Empresas do LinkedIn tem funcionalidade conveniente: as estatísticas chave da empresa apanhadas pelo “Capital IQ” da Standard and Poor’s. Do lado inferior direito da página do perfil da empresa, busque por uma lista de dados vitais tais como receita, principais escritórios (e suas localizações geográficas), tamanho aproximado da empresa (em número de empregados) e principais concorrentes. Essa última categoria poderá estimular novas idéias para busca de empregos.
“Acho que o LinkedIn poderá tornar o Hoover’s obsoleto com o tempo”, diz Alba. “Se você está procurando um emprego e está se preparando para uma entrevista, o LinkedIn está lhe dando uma quantidade significativa de informações, podendo tornar desnecessário busca-las no Google”.
* Hoover’s é um serviço online que fornece informações detalhadas sobre companhias, relatórios de negócios e perfis industriais (http://www.hoovers.com).
Assim como a crise torna muitos trabalhadores de todos os setores “buscadores de empregos”, muitos usuários do LinkedIn, a rede social para profissionais, começou a examinar os serviços gratuitos de perfis das empresas buscando aqueles profissionais que recentemente entraram (ou saíram) das organizações, preparam-se para entrevistas e aprendem sobre que habilidades alguns empregadores em particular valorizam em possíveis candidatos às vagas.
Desde que os Perfis de Companhias do LinkedIn foi lançado a mais ou menos um ano, mais de 160.000 companhias criaram seus perfis. Se você está procurando emprego na economia sufocante de hoje em dia, os Perfis de Companhias do LinkedIn podem ajuda-lo a conhecer melhor essas empresas de uma maneira mais profunda, de acordo com especialistas em carreira que analisaram o serviço. Outro bônus: uma análise cuidadosa dos contatos do LinkedIn que se cadastraram recentemente (ou trabalharam em) uma companhia pode ajuda-lo a determinar se a empresa seria uma boa oportunidade, comparando-se suas próprias qualidades àquelas dos candidatos contratados.
Após utilizar os serviços e conversar com especialistas, criamos um guia rápido baseado nos Perfis de Companhias do LinkedIn e ele mostrará como poderá começar a utilizar esse recurso imediatamente para encontrar um emprego ou networking.
COMO ACESSAR OS PERFIS DAS EMPRESAS NO LINKEDIN
1. Entre na sua conta do LinkedIn.
2. Clique em “Companhias”, localizado no alto/centro da sua página do LinkedIn, do lado direito do popular link de “Respostas”.
3. Quando a página de Companhias for carregada, digite o “nome da companhia” (exemplo: “GE” ou “Microsoft”) no campo de buscas. Nos resultados da busca, ao lado da companhia que procura, você verá um número dentro de parênteses, tal como (41), que indicará que há 41 ofertas de emprego disponíveis para aquela empresa.
4. Uma vez que você esteja na página da empresa, olhe para a coluna da direita para a seção de “empregos” e veja se há alguma oportunidade disponível.
Interessado em uma empresa? Veja com quem você está conectado para chegar até ela.
Uma das ferramentas mais úteis das páginas das companhias no LinkedIn: elas listam os seus contatos do LinkedIn (conhecidos como “conexões”) que trabalham em uma empresa em particular. Essa lista inclui suas conexões em primeiro grau (seus contatos imediatos no LinkedIn), segundo grau (amigos de seus amigos), e as de terceiro grau (amigos dos amigos de seus amigos).
“A ferramenta realmente pode ajudá-lo a encontrar seu caminho para entrar na rede”, dia Jason Alba, CEO da Jibberjobber.com, uma empresa de gestão de carreiras, e autor do livro “I’m on LinkedIn – Now What? (Estou no LinkedIn – e agora?)”. “Mesmo que alguém esteja a apenas duas conexões de distancia, ela coloca a informação bem na ponta de seus dedos, e você pode agir sobre ela conectando-se com essas pessoas diretamente e questionando sobre a empresa.”
As Páginas de Perfis das Companhias do LinkedIn mostram suas “conexões” com quem trabalha naquela empresa. Acima vemos alguns contatos da Microsoft.
O website de uma empresa não tem exatamente a finalidade de divulgar os nomes de todos os contratados ou daqueles que deixaram a organização. Mas felizmente para as páginas dos Perfis das Companhias do LinkedIn, os usuários o deixarão informado.
“O valor real do LinkedIn é que ele é uma base de dados auto-atualizada”, diz Phil Rosenberg, presidente da reCarreered (uma consultoria de carreiras). “Você pode ver quem está chegando, e isso poderá ajuda-lo a descobrir que perfis de candidatos a empresa está procurando para contratar”.
Rosenberg nota que um Perfil de Empresa no LinkedIn mostra a lista de novos contratados (e links para seus perfis públicos). Essa informação é puramente direcionada pelo usuário, presumindo-se que um empregado que consegue um novo emprego atualizará seu perfil afim de refletir essa mudança. Essa mudança no perfil do usuário se comunicará com o Perfil da Empresa no LinkedIn.
“Olhando-se para seus antecedentes poderá lhe fornecer algumas dicas e pistas sobre como as potenciais estratégias da empresa são,” diz Rosenberg. “Ele também mostra como a empresa está tentando lidar com os problemas específicos de seu negócio”.
LinkedIn também mostrará as mudanças e promoções que ocorreram na empresa internamente. Isso poderia ser algo trivial como uma mera mudança de título, mas também pode ser uma grande promoção ou mudança entre departamentos.
A seção dos antigos empregados não dá uma pista cronológica sobre quando eles deixaram a empresa. Se você quiser buscar essa informação, deverá clicar no perfil desse usuário e verificar se a informação existe em seu perfil público. Há um outro lado dessa funcionalidade, se pensarmos que muitas das pessoas listadas podem estar na sua lista de contatos ou conexões em 1º, 2º ou 3º graus.
“Você pode usar essa informação para entender muitas coisas”, diz Rosenberg. “Você pode recorrer a esses contatos para entender a cultura da empresa, ou talvez quem o entrevistasse se você fosse escolhido como candidato a uma vaga. Isso é uma excelente maneira de aprender por trás das cenas sobre alguns assuntos, assim você poderá causar uma boa impressão.”
Vá para escola na companhia de sua escolha
Os Perfis de Empresas do LinkedIn tem funcionalidade conveniente: as estatísticas chave da empresa apanhadas pelo “Capital IQ” da Standard and Poor’s. Do lado inferior direito da página do perfil da empresa, busque por uma lista de dados vitais tais como receita, principais escritórios (e suas localizações geográficas), tamanho aproximado da empresa (em número de empregados) e principais concorrentes. Essa última categoria poderá estimular novas idéias para busca de empregos.
Acima vemos as estatísticas chave da Microsoft em seu perfil no LinkedIn.
“Acho que o LinkedIn poderá tornar o Hoover’s obsoleto com o tempo”, diz Alba. “Se você está procurando um emprego e está se preparando para uma entrevista, o LinkedIn está lhe dando uma quantidade significativa de informações, podendo tornar desnecessário busca-las no Google”.
* Hoover’s é um serviço online que fornece informações detalhadas sobre companhias, relatórios de negócios e perfis industriais (http://www.hoovers.com).
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http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
4) LinkedIn: Quantas conexões são um exagero?
Quando a conversa chega ao ponto das conexões no Linkedin, algumas pessoas dizem que quanto mais, melhor, e criam redes enormes. Mas essa questão tem levantado alguns debates, já que algumas pessoas de dentro da Linkedin acreditam que isso é uma estratégia arriscada. Aqui vão 03 boas razões para ter cuidado com ter muitas conexões no Linkedin.
Como usuário do Linkedin, a qualidade de suas conexões terá mais importante, de uma forma geral, que a quantidade. Esse é o argumento defendido pelo principal porta-voz da empresa, Krista Canfield, que conversou com a CIO.com durante a entrevista para o artigo que tratou sobre usuários que decidem se conectar com o maior número de contatos possível utilizando os serviços do Linkedin.
Por exemplo, uma pessoa a qual pesquisamos o perfil tem algo em torno de 8000 conexões. Em geral, juntar tantos contatos pode ser arriscado, diz Canfield.
Quanto mais diretamente você manteve contato com alguém, mais forte será a conexão, tornando o “Rolodex” (dispositivo rotativo utilizado para armazenar cartões de visita. Trata-se de junção das palavras “rolo + índice) que você construir no Linkedin mais útil para você e para seus contatos, argumenta Canfield.
Se o modus operandi de sua rede de contatos é dizer sim às solicitações de conexão do Linkedin sem muita preocupação, considere os 03 pontos a seguir como razoes pelas quais você deveria ser mais seletivo sobre suas conexões.
1. Você não deseja apresentar conexões
Geralmente, o meio para se conectar com alguém no Linkedin é ser apresentado através de uma de suas conexões. Como isso acontece: se você encontra alguém em uma companhia com a qual deseja manter contato, você pode ser apresentado através de uma de suas conexões que já estiver conectada a essa pessoa. Quando isso acontece, a pessoa que tenta apresenta-lo geralmente o faz através de uma mensagem a pessoa com a qual você está tentando se conectar.
Dessa forma, se sua rede de contatos está repleta de pessoas que você não conhece bem, você frequentemente pedirá por apresentações a pessoas as quais não farão boas notas de recomendação a seu respeito – tornando a probabilidade de conexão com o contato pretendido muito baixa. E como diz o velho ditado, você não terá uma segunda chance de dar uma primeira impressão.
“Se uma pessoa é sua ponte, ela vai desejar confiar em você ou conhece-lo antes de te recomendar (na apresentação)”, diz Canfield.
2. Conexões através do Linkedin. Seu “Rolodex” definirá você.
Graças aos parâmetros default do Linkedin, quando você se conecta com alguém, aquela pessoa será capaz de visualizar sua lista de contatos. (Você pode, entretanto, “esconde-los” modificando os parâmetros de sua conta). Mas assumindo que você deseje que seus contatos fiquem visíveis, se você não os esconder, dará a possibilidade de alguém com quem você está conectado (tal como um chefe ou colega) ver contatos que podem lhe trazer descrédito presentes em sua lista.
O que você realmente conhece sobre aquele amigo do seu contato que você fez naquela Feira? Se a resposta for “quase nada”, reconsidere a conexão.
Outra razão para tomar cuidado: você corre o risco de disponibilizar aqueles contatos confiáveis para que sejam contatados por pessoas as quais você não conhece direito.
“Sua lista de contatos é um reflexo de quem você é como profissional”, diz Canfield. “Estar conectado com alguém que você não conhece não lhe dará credibilidade junto aquelas pessoas que você realmente conhece e esta conectado com.”
3. Quando estiver procurando uma oportunidade de trabalho, conexões significativas farão a diferença.
Talvez você nunca precise tanto do Linkedin do que quando estiver procurando um emprego. Quanto mais significativas forem as conexões que você fizer, melhores as chances de que aquelas pessoas irão garantir seu perfil quando você estiver tentando contato com potenciais empregadores.
“Especialmente em uma economia como esta, você quer ter uma rede forte e segura com conexões que tenham interesse no que você está fazendo”, diz Canfield. “Se você perder seu emprego amanhã, será que essas pessoas vão querer te ajudar?”
*********
http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
Como usuário do Linkedin, a qualidade de suas conexões terá mais importante, de uma forma geral, que a quantidade. Esse é o argumento defendido pelo principal porta-voz da empresa, Krista Canfield, que conversou com a CIO.com durante a entrevista para o artigo que tratou sobre usuários que decidem se conectar com o maior número de contatos possível utilizando os serviços do Linkedin.
Por exemplo, uma pessoa a qual pesquisamos o perfil tem algo em torno de 8000 conexões. Em geral, juntar tantos contatos pode ser arriscado, diz Canfield.
Quanto mais diretamente você manteve contato com alguém, mais forte será a conexão, tornando o “Rolodex” (dispositivo rotativo utilizado para armazenar cartões de visita. Trata-se de junção das palavras “rolo + índice) que você construir no Linkedin mais útil para você e para seus contatos, argumenta Canfield.
Se o modus operandi de sua rede de contatos é dizer sim às solicitações de conexão do Linkedin sem muita preocupação, considere os 03 pontos a seguir como razoes pelas quais você deveria ser mais seletivo sobre suas conexões.
1. Você não deseja apresentar conexões
Geralmente, o meio para se conectar com alguém no Linkedin é ser apresentado através de uma de suas conexões. Como isso acontece: se você encontra alguém em uma companhia com a qual deseja manter contato, você pode ser apresentado através de uma de suas conexões que já estiver conectada a essa pessoa. Quando isso acontece, a pessoa que tenta apresenta-lo geralmente o faz através de uma mensagem a pessoa com a qual você está tentando se conectar.
Dessa forma, se sua rede de contatos está repleta de pessoas que você não conhece bem, você frequentemente pedirá por apresentações a pessoas as quais não farão boas notas de recomendação a seu respeito – tornando a probabilidade de conexão com o contato pretendido muito baixa. E como diz o velho ditado, você não terá uma segunda chance de dar uma primeira impressão.
“Se uma pessoa é sua ponte, ela vai desejar confiar em você ou conhece-lo antes de te recomendar (na apresentação)”, diz Canfield.
2. Conexões através do Linkedin. Seu “Rolodex” definirá você.
Graças aos parâmetros default do Linkedin, quando você se conecta com alguém, aquela pessoa será capaz de visualizar sua lista de contatos. (Você pode, entretanto, “esconde-los” modificando os parâmetros de sua conta). Mas assumindo que você deseje que seus contatos fiquem visíveis, se você não os esconder, dará a possibilidade de alguém com quem você está conectado (tal como um chefe ou colega) ver contatos que podem lhe trazer descrédito presentes em sua lista.
O que você realmente conhece sobre aquele amigo do seu contato que você fez naquela Feira? Se a resposta for “quase nada”, reconsidere a conexão.
Outra razão para tomar cuidado: você corre o risco de disponibilizar aqueles contatos confiáveis para que sejam contatados por pessoas as quais você não conhece direito.
“Sua lista de contatos é um reflexo de quem você é como profissional”, diz Canfield. “Estar conectado com alguém que você não conhece não lhe dará credibilidade junto aquelas pessoas que você realmente conhece e esta conectado com.”
3. Quando estiver procurando uma oportunidade de trabalho, conexões significativas farão a diferença.
Talvez você nunca precise tanto do Linkedin do que quando estiver procurando um emprego. Quanto mais significativas forem as conexões que você fizer, melhores as chances de que aquelas pessoas irão garantir seu perfil quando você estiver tentando contato com potenciais empregadores.
“Especialmente em uma economia como esta, você quer ter uma rede forte e segura com conexões que tenham interesse no que você está fazendo”, diz Canfield. “Se você perder seu emprego amanhã, será que essas pessoas vão querer te ajudar?”
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http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
3) LinkedIn: A Revisão dos Efeitos da Rede
Você se registrou no LinkedIn, porque todos disseram que era a primeira rede social voltada para profissionais. Mas a quem você deveria se conectar? De acordo com alguns usuários poderosos, há algumas formas comuns de aproximação, e a maioria delas é diferente daquelas usadas no Facebook.
Na medida em que as pessoas montam suas conexões no LinkedIn, alguns usuários pensaram bastante sobre a qualidade de seus contatos contra a quantidade que conseguem. De acordo com analistas de serviços voltados a usuários, estabelecer a melhor forma de se criar uma conexão poderia, a longo prazo, determinar o retorno que conseguirá do LinkedIn.
De acordo com Jonathan Yarmis, um diretor de pesquisas na AMR Research, um usuário do LinkedIn deveria (consciente ou subconscientemente) decidir aplicar integralmente a Lei de Metcalfe – o “efeito rede”, cuja premissa é que o valor de uma rede de contatos é proporcional ao quadrado do número de usuários do sistema. Isso é especialmente tentador para usuários no LinkedIn desde que não utilizem informações tão pessoais quanto as que usam, por exemplo, no Facebook.
Yarmis diz que “aceita quase todas as conexões que recebe no LinkedIn, desde que não seja considerado um “spammer”, porque isso aumenta a abrangência da minha rede de contatos”. “Uma vez que não estou compartilhando muita informação, não há demérito em compartilhá-la. Meu filtro aqui é: ‘Em algum momento eu vou querer saber onde você estará? Você poderá agregar valor a mim? ’“.
Mas no geral, para as redes sociais de hoje, Yarmis diz que a Lei de Metcalfe, a qual foi criada para a Ethernet e não para Web, não tem muita eficiência para os usuários. Ele diz que isso é bem verdade no Facebook, onde as informações são mais pessoais que no LinkedIn.
De acordo com especialistas, a Lei de Metcalfe sobre os efeitos das redes não deveria ser aplicada por usuários para determinar quantas conexões poderiam ser feitas em serviços com o LinkedIn. Imagem cedida pelo Wikipedia.
Justin Smith, que comanda o blog “Dentro do Facebook”, também tem esse sentimento. Ele concorda que a Lei de Metcalfe não se aplicaria literalmente ao assunto sobre “aumento de conexões” em redes sociais, porque o ato de estabelecer uma conexão com outro usuário não abre, necessariamente, um canal de comunicação, o que acontecerá será que a restrição de privacidade existente entre essas duas pessoas se perderá.“.
Os parâmetros de privacidade do Facebook, ele complementa, torna possível aos usuários fazer alguém “amigo”, mas compartilhando menos informações.
“Sites como o Facebook possibilita aos usuários aumentar a quantidade de conexões entre eles parametrizando as restrições de privacidade de maneira diferente para cada amigo,” ele diz. “Isso maximiza o valor de cada conexão permitindo maior compartilhamento de informações com usuários confiáveis e menos com os menos confiáveis.”
Mas no LinkedIn, a maior parte das informações compartilhadas pelos usuários é profissional, assim, fazer uma conexão que não foi bem examinada, não trará tantos benefícios.
Até onde você pode ir com isso?
Bill Austin, um especialista em marketing da internet, tem aproximadamente 8000 conexões no LinkedIn. Ele diz que a forma como as pessoas se conectam no Linkedin pode ser identificada de algumas maneiras diferentes.
Primeiro, ele diz que há aqueles que simplesmente confiam no efeito da rede (quanto mais melhor), se conectando a qualquer um e com todos.
Outros, ele diz, querem manter sua rede muito limitada, insistindo em conhecer bem o usuário antes de estabelecer a conexão, seja profissional ou pessoalmente.
“Todos eles estudaram em uma mesma universidade ou saem para tomar café e negociar uns com os outros,” diz Austin. “Eles apenas se conectam com pessoas que conhecem, gostam ou negociam”.
Ainda há os usuários híbridos, que não precisam conhecer os usuários pessoalmente, mas exigem que uma solicitação de conexão não seja o que Austin chama de “enlatada” – em outras palavras, não se pareça com um spam. Esses usuários, diz Austin, também estão mais propensos a acionar o temível botão “Eu não conheço essa pessoa” quando estiver respondendo a uma solicitação de conexão com outro usuário do LinkedIn. Essa ação contribui com o encerramento da conta de um usuário se o LinkedIn decidir que essa pessoa é um “spammer”.
Austin recomenda que se faça conexões livremente, desde que a pessoa que esteja tentando estabelecer contato não se caracterize como um “spammer”. Ele desencoraja o uso do botão “Eu não conheço essa pessoa”, uma vez que você conhece mais pessoas do que imagina.
Por exemplo, se você faz uma apresentação para 50 pessoas, e uma dessas pessoas pedir para ser seu contato no LinkedIn, não seria muito legal diminuir o valor dessas pessoas no LinkedIn dizendo que você “não a conhece”.
De acordo com Yarmis, dependerá, enfim, da sua rede (e das pessoas nela) decidir quem deverá se tornar uma conexão ou não, ou seja, “o valor de uma rede de contatos depende da interatividade com o tipo de pessoas, a quantidade e o volume da interação corretos“.
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http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
Na medida em que as pessoas montam suas conexões no LinkedIn, alguns usuários pensaram bastante sobre a qualidade de seus contatos contra a quantidade que conseguem. De acordo com analistas de serviços voltados a usuários, estabelecer a melhor forma de se criar uma conexão poderia, a longo prazo, determinar o retorno que conseguirá do LinkedIn.
De acordo com Jonathan Yarmis, um diretor de pesquisas na AMR Research, um usuário do LinkedIn deveria (consciente ou subconscientemente) decidir aplicar integralmente a Lei de Metcalfe – o “efeito rede”, cuja premissa é que o valor de uma rede de contatos é proporcional ao quadrado do número de usuários do sistema. Isso é especialmente tentador para usuários no LinkedIn desde que não utilizem informações tão pessoais quanto as que usam, por exemplo, no Facebook.
Yarmis diz que “aceita quase todas as conexões que recebe no LinkedIn, desde que não seja considerado um “spammer”, porque isso aumenta a abrangência da minha rede de contatos”. “Uma vez que não estou compartilhando muita informação, não há demérito em compartilhá-la. Meu filtro aqui é: ‘Em algum momento eu vou querer saber onde você estará? Você poderá agregar valor a mim? ’“.
Mas no geral, para as redes sociais de hoje, Yarmis diz que a Lei de Metcalfe, a qual foi criada para a Ethernet e não para Web, não tem muita eficiência para os usuários. Ele diz que isso é bem verdade no Facebook, onde as informações são mais pessoais que no LinkedIn.
De acordo com especialistas, a Lei de Metcalfe sobre os efeitos das redes não deveria ser aplicada por usuários para determinar quantas conexões poderiam ser feitas em serviços com o LinkedIn. Imagem cedida pelo Wikipedia.
Justin Smith, que comanda o blog “Dentro do Facebook”, também tem esse sentimento. Ele concorda que a Lei de Metcalfe não se aplicaria literalmente ao assunto sobre “aumento de conexões” em redes sociais, porque o ato de estabelecer uma conexão com outro usuário não abre, necessariamente, um canal de comunicação, o que acontecerá será que a restrição de privacidade existente entre essas duas pessoas se perderá.“.
Os parâmetros de privacidade do Facebook, ele complementa, torna possível aos usuários fazer alguém “amigo”, mas compartilhando menos informações.
“Sites como o Facebook possibilita aos usuários aumentar a quantidade de conexões entre eles parametrizando as restrições de privacidade de maneira diferente para cada amigo,” ele diz. “Isso maximiza o valor de cada conexão permitindo maior compartilhamento de informações com usuários confiáveis e menos com os menos confiáveis.”
Mas no LinkedIn, a maior parte das informações compartilhadas pelos usuários é profissional, assim, fazer uma conexão que não foi bem examinada, não trará tantos benefícios.
Até onde você pode ir com isso?
Bill Austin, um especialista em marketing da internet, tem aproximadamente 8000 conexões no LinkedIn. Ele diz que a forma como as pessoas se conectam no Linkedin pode ser identificada de algumas maneiras diferentes.
Primeiro, ele diz que há aqueles que simplesmente confiam no efeito da rede (quanto mais melhor), se conectando a qualquer um e com todos.
Outros, ele diz, querem manter sua rede muito limitada, insistindo em conhecer bem o usuário antes de estabelecer a conexão, seja profissional ou pessoalmente.
“Todos eles estudaram em uma mesma universidade ou saem para tomar café e negociar uns com os outros,” diz Austin. “Eles apenas se conectam com pessoas que conhecem, gostam ou negociam”.
Ainda há os usuários híbridos, que não precisam conhecer os usuários pessoalmente, mas exigem que uma solicitação de conexão não seja o que Austin chama de “enlatada” – em outras palavras, não se pareça com um spam. Esses usuários, diz Austin, também estão mais propensos a acionar o temível botão “Eu não conheço essa pessoa” quando estiver respondendo a uma solicitação de conexão com outro usuário do LinkedIn. Essa ação contribui com o encerramento da conta de um usuário se o LinkedIn decidir que essa pessoa é um “spammer”.
Austin recomenda que se faça conexões livremente, desde que a pessoa que esteja tentando estabelecer contato não se caracterize como um “spammer”. Ele desencoraja o uso do botão “Eu não conheço essa pessoa”, uma vez que você conhece mais pessoas do que imagina.
Por exemplo, se você faz uma apresentação para 50 pessoas, e uma dessas pessoas pedir para ser seu contato no LinkedIn, não seria muito legal diminuir o valor dessas pessoas no LinkedIn dizendo que você “não a conhece”.
De acordo com Yarmis, dependerá, enfim, da sua rede (e das pessoas nela) decidir quem deverá se tornar uma conexão ou não, ou seja, “o valor de uma rede de contatos depende da interatividade com o tipo de pessoas, a quantidade e o volume da interação corretos“.
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http://www.cio.com/article/495098/LinkedIn_Bible_Everything_You_Need_to_Know_About_the_Social_Network_for_Professionals_?source=CIONLE_nlt_insider_2009-06-17 - stories by C.G. Lynch © 2008 CXO Media Inc.
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