quinta-feira, 24 de junho de 2010

Como contratar um funcionário em 17 passos.

O método consiste em:

1-Colocar todos os candidatos num galpão.

2-Disponibilizar 200 tijolos para cada um.

3-Não dê orientação alguma sobre o que fazer.

4-Tranque-os lá.



Após seis horas, volte e verifique o que fizeram. Segue a análise dos resultados:

1 - Os que contaram os tijolos contrate como contadores.

2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.

3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação Controle de Produção. (PCP).

5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou observando com olhar distante são dos Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque, mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos.

10 - Os que já tiverem saído são gerentes.

11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.

12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com muito respeito e coloque-os na Diretoria.

13 - os que levantaram um muro e se esconderam atrás, são do departamento de Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são advogados, encaminhem ao Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque na Qualidade.

16 - Os que separaram os tijolos, e, tentaram verificar qual a diferença para colocar os códigos contrate como expedição.

17 - Os que começarem a chamar os demais de 'companheiros’, elimine-os imediatamente antes que criem um sindicato, fiquem poderosos e ocupem a presidência.

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Colaboração de Henrique Felisbino

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Etiqueta do E-mail: 8 dicas para evitar bobagens na comunicação.


Antes de sair escrevendo outro e-mail desleixado, lembre-se: seu e-mail falará muito sobre suas habilidades de comunicação e sobre você como pessoa. Veja as 8 dicas abaixo para melhorar suas mensagens.

CIO — Você acha que os escritores de e-mail se tornaram mais efetivos e educados durante a última década? Maureen Bertolo discorda. Não só o temido “responder a todos” e os idiotas e-mails de GRITO persistem, mas também o Twitter e o texting estão tornando os modos dos e-mails piores, diz Bertolo, que começou sua carreira como programadora de computadores e que está ensinando as boas maneiras dos e-mails por 10 anos.


Infelizmente, diz ela, as pessoas expressam as mesmas perguntas e reclamações nos seminários que ela dá hoje, em nome de seu empregador, CAI Inc., que tinham a 10 anos atrás. A maior parte das reclamações são de que “os e-mails são muito longos!” e “por que eu recebo tantos?”.

O problema persistente com e-mails, de acordo com Bertolo é que as pessoas dependem demais dos e-mails e o usam para completar tarefas sobre as quais eles são completamente ineficientes, tal como explicar procedimentos complexos, resolver problemas complicados e queixas gerais. E-mail se tornou um elemento facilmente integrado a maneira como as pessoas trabalham e se comunicam que elas o usam de maneira negligenciada e relutam a pensar em formas mais eficazes de comunicação, além de usarem as mensagens como uma forma de auto-proteção.

Agora, ela diz, o texting e o Twitter estão amordaçando ainda mais o e-mail. “O texting está começando a sobrepor o e-mail porque ele é mais fácil. Você não precisa se preocupar com grafia correta das palavras, gramática, saudações. Porque o texting é mais rápido, as pessoas acham que ele não precisa ser profissional”.

Na era do texting e tweeting, algumas pessoas poderão argumentar que as regras para e-mails de Betolo estão fora de sintonia com a maneira como elas se comunicam e com as necessidades dos negócios globais. Mas os padrões de Bertolo têm as melhores intenções junto ao remetente (e destinatários). Ela simplesmente deseja que as pessoas se comuniquem umas com as outras da maneira mais efetiva possível e, às vezes, de uma forma diferente do e-mail.

Bertolo também ressalta que o uso do e-mail por um indivíduo fala muito sobre suas habilidades comunicativas e sobre como ele se apresenta para o mundo. Sabendo como e quando utilizar o e-mail de forma mais eficaz poderá diferenciar as pessoas como líderes, ela diz, uma mensagem de alguém em busca de emprego para seu potencial empregador será sempre sua primeira impressão.

Resumindo, se você se preocupa com sua imagem e com sua marca pessoal, deveria se preocupar também com os e-mails que envia.

Aqui vão as 8 dicas de Bertolo sobre etiqueta do e-mail.

1. Pense antes de escrever. Antes de começar a compor um e-mail, considere o que você deseja atingir e se o e-mail é a ferramenta mais eficaz para essa tarefa. Por exemplo, se você estiver tentando resolver o problema de alguém, telefone para ele ao invés de enviar um e-mail. Se você precisa explicar um procedimento para alguém, mostrá-los é quase sempre mais eficaz do que “contá-los” por e-mail, sendo que você sempre poderá usar um serviço de comunicações como o WebEx. Se você precisa postar um assunto urgente a um colega no escritório, fale com ele pessoalmente.

2. Simplifique. O e-mail funciona melhor para solicitações simples e para mensagens que podem ser expressas em 2 sentenças, tais como, “Podemos nos reunir às 4?” ou “Você já tem as informações prontas?”. Se sua mensagem precisará de mais que 2 sentenças, ele não será a melhor pedida. Quando os e-mails começam a se estender por longas sentenças, os destinatários geralmente se esquecem do que leram no começo da mensagem.

3. Encurte. As pessoas gostam do e-mail por ele ser fácil e rápido. Mas quanto maior e mais complicada for sua mensagem, mais tempo levará para você compô-la e para o destinatário absorvê-la. "Se um e-mail precisar de mais que 12 linhas e 2 tópicos, você estará desperdiçando o tempo de todos e diluindo sua mensagem”.

4. Faça a linha do assunto funcionar. As pessoas utilizam as linhas de assunto em suas caixas de entrada de e-mails para alertá-las sobre o que elas têm a fazer, ou seja, como uma barra de tarefas. Para ajudar seu destinatário a entender e priorizar suas necessidades, o assunto das mensagens deve ser claro. “Diga ao seu destinatário o que você precisa na linha do assunto, então, ao invés de marcar as mensagens com prioridades alta, média ou baixa, coloque no assunto a data quando você precisará de respostas”.

5. Estruture seu e-mail. "Uma mensagem decente precisa de uma abertura, corpo e encerramento”. A proposta do e-mail deveria ser clara no corpo da mensagem, juntamente com todos os detalhes e ações que precisam ser tomadas, diz Bertolo. As sentenças deveriam ter 15 palavras ou menos. Três ou mais pontos deveriam ser marcados. Os parágrafos de abertura e encerramento não deveriam ultrapassar sete linhas combinadas, e o corpo não deveria ultrapassar cinco linhas.

6. Apropriesse de sua mensagem. Bertolo recomenda perguntar ao destinatário de sua mensagem se “Há algo que eu possa fazer para ajudar? As informações que passei são suficientes?”.

7. Evite frases ou palavras que faças as pessoas ficarem na defensiva. A forma como você se comunica por e-mail mostra como você se comporta profissionalmente. Evite palavras de baixo calão ou sarcasmos, que não facilmente detectáveis nos e-mails. Mesmo que alguém envie uma mensagem bomba para você, diz Bertolo, você ainda terá a opção de responder profissionalmente.

Ela também sugere que sejam evitadas perguntas que deixem as pessoas na defensiva, tais como, “Por que seu projeto está atrasado?”. É melhor tratar de questões espinhosas pelo telefone ou pessoalmente. Pela mesma razão, ela recomenda evitar expressões provocativas, tais como, “por que você fez...”, “você deve...”, “tenho certeza de que você concordará...”, e “não entendo seu...”, as quais sempre indicam uma quebra na cadeia de comunicação, a qual certamente um e-mail não remediará, pelo menos não na velocidade que precisaria.

8. Use as opções de “Cópia oculta” e “Responder a todos” seletivamente. A única razão para se usar “cópia oculta” é para manter o endereço de e-mail do seu destinatário preservado, diz Bertolo. Por exemplo, se você quer enviar um e-mail formal para todos os seus contatos alertando sobre uma oportunidade de emprego, coloque todos os endereços de e-mail de seus contatos em “cópia oculta”, assim você não exporá os endereços de e-mails entre eles. Não use “cópia oculta” para compartilhar informações sigilosas ou incriminatórias com alguém, diz Bertolo.

A opção de “responder a todos” simplesmente deveria ser ignorada. Se, por exemplo, seu chefe envia uma solicitação de reunião ou um link para um artigo para todos em sua equipe e você precisa responder, faça-o apenas para o seu chefe. “Respondendo a todos cria ineficiência para outras pessoas”.



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texto de: Meridith Levinson on Wed, May 19, 2010 - @meridith

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Marca Pessoal: 8 dicas que vão ajudá-lo a se destacar


By Catherine Kaputa

Desde melhorar sua embalagem, até formar alianças com organizações que irão melhorar sua marca pessoal, aqui vão 8 dicas para se diferenciar de seus colegas, não importando que você esteja empregado ou procurando por um novo desafio.
Para ter sucesso nos negócios hoje, você precisa de uma marca pessoal distinta, de forma que possa se sobressair dentre a multidão. Marca pessoal envolve a articulação de uma descrição simples e clara de quem você é, fazendo isso consistentemente, e demonstrando isso por vezes a fio, quando as pessoas pensarem a respeito das reviravoltas dos negócios, pensarão em você, imaginando um líder que faz com que a empresa retome os trilhos. Sua marca deve representar algo diferente, relevante e valioso.

Barak Obama usou sua marca pessoal para atingir um grande efeito durante sua campanha presidencial. Ele construiu sua imagem ao redor da idéia de mudança, o que se mostrou ser um conceito muito atraente, e ele embrulhou sua idéia de marca com uma identidade visual forte e com uma identidade verbal fenomenal, uma mensagem que ele proferiu soberbamente. A marca clara e atraente de Obama (sem mencionar sua organização de bases e habilidade para arrecadar dinheiro) permitiu a ele derrotar competidores mais conhecidos e experientes.

Marcas pessoais são tão importantes para os profissionais de negócios e de tecnologia, quanto é para políticos, especialmente em um ambiente de crise econômica. Se você é uma vitima recente da perda de emprego, ou se está empregado, mas preocupado com a perda dele, sua marca pessoal pode fazer toda diferença na sua segurança no novo trabalho e sucesso na carreira. Fazendo com que você seja conhecido por algo especial, não importa se uma habilidade única, uma atitude ou a solução para um problema, você pode dar uma primeira impressão mais forte em empregadores e/ou demonstrar ao seu atual empregador que você é indispensável.
A maioria de nós deveria dar atenção a sua marca pessoal. As perguntas a seguir lhe ajudarão a determinar que aspectos de sua marca pessoal você deverá focar:

- Sua mensagem: Você consegue explicar sua grande idéia claramente em poucas sentenças, de forma que as pessoas saibam o que é diferente, relevante e especial sobre você?
Seu âmbito de aplicação: Se as pessoas lhe procurassem no Google, elas decobririam informações de alta qualidade sobre suas conqueistas?

- Seu Mercado: Você pode definir claramente quais são seus mercados alvo e a melhor maneira de oferecer sua marca a eles?

- Sua aparência: Você tem um identidade visual que se identifica com seus mercados alvo, de forma consistente com sua marca e que seja diferente das demais?

- Seu estilo Seu estilo de liderança e personalidade engajam as pessoas?

Se você respondeu “não” para qualquer uma das perguntas acima, você tem um trabalho a fazer. Aqui estão 8 dicas para criar uma imagem pessoal forte.

1. Mantenha-se focado. Um especialista em marcas me disse uma vez que “não há “e” em uma marca”. O ponto é: quanto mais específico você for quando definir o que faz e quem é, melhores serão as chances de se vender. Isso é contra-intuitivo pois muitas pessoas pensam que elas se definirem amplamente, elas terão mais chances. De fato, o contrário acontece. Se você vier com um perfil multi-função, você confundirá as pessoas. As pessoas se perguntarão o quão bom você é em uma coisa se você disser que é bom em tantas.

2. Defina sua marca. Ser como todos os outros paralisará seu sucesso. Pergunte-se: “O que é diferente, relevante e especial sobre mim?” Encontre essa lacuna, uma posição para sua marca que você pode possuir, que não esteja associada a ninguém. Quando comunicar sua singularidade aos outros, use analogias, tais como, “Sou uma cruz entre X e Y” – (X + Y).

3. Quando os outros fazem zig, você deveria fazer zag. Desenvolva seu próprio plano para o jogo do sucesso: seu próprio caminho de carreira, estratégia de visibilidade e credenciais. Por exemplo, durante a campanha presidencial, os políticos com os quais Obama competiu utilizaram os mecanismos tradicionais para angariar fundos com jantares e cartas. Eles “zigaram”, enquanto Obama “zagou”. Ele construiu a maior guerra de campanha jamais vista usando a internet e encorajando as pequenas doações de contribuintes individuais.

4. Use as palavras sabiamente. Uma das idéias mais quentes nos negócios hoje é usar uma história para mostrar a missão da empresa, projeto ou conquista de vida. Histórias têm sido poderosas por séculos porque são uma forma memorável de transmitir idéias complexas. Trabalhe suas habilidade de comunicação de forma que seja conhecido por suas histórias sobre sua habilidade nos negócios e apresentações interessantes que farão com que as pessoas se lembrem delas por muito tempo depois que o PowerPoint terminar. Além disso, gradue-se no discurso elevador, um comercial de 30 segundos de você mesmo que poderá usar com sua rede de relacionamentos e quando estiver se lançando para um novo desafio, e mesmo quando esticando-se para novas conquistas junto ao seu empregador atual.

5. Faça um posicionamento visual. Goste disso ou não, você é uma embalagem, tal como um produto numa prateleira. Tire um tempo para pensar em como fazer sua imagem se tornar mais distinta e poderosa, não importa se trabalhando sua postura ou atualizando seu guarda-roupas. As mulheres tiram vantagem sobre os homens nesse quesito, já que têm muito mais “ferramentas visuais” para trabalhar, incluindo cortes de cabelos, roupas, sapatos e acessórios. Claro, os homens podem se distinguir com roupas alinhadas e sapatos também, além de levaram vantagem por seu porte físico, que, segundo estudos, lhes dão uma imagem mais autoritária.

6. Estabeleça alianças poderosas. As pessoas, projetos, causas e organizações com as quais você poderá se afiliar ajudam a definir quem você é. Por exemplo, trabalhar para uma das 500 maiores empresas ou ter se graduado por uma das escolas da Ivy League tem cachê, o que te ajuda a se promover. Se você não tiver uma das 500 maiores ou uma Ivy League em seu currículo, você poderá cultivar alianças de marcas. Envolva-se com organizações de alunos, comunidades, profissionais, e / ou filantrópicas que se alinham com sua marca pessoal e que ajudarão seu networking.

7. Defina e priorize seus mercados alvo. Gestores de marcas pensam em termos de mercado. Se você trabalha em uma companhia, seu chefe é seu mercado alvo principal, seguido por outros executivos seniores. Seu mercado alvo secundário incluirá colegas, clientes, sua rede de contatos e seus subordinados. Todos esses mercados tem um papel importante no seu sucesso: a percepção deles sobre suas habilidades e conquistas podem fazer com que você fique em evidência ou caia no ostracismo.

8. Tome o comando sobre sua marca. Assim como todo gestor de marcas avalia sua marca frente aos concorrentes para verificar se ela está bem posicionada no mercado e também atualizada, sua marca pessoal também precisa de manutenção. O que funcionou para seu posicionamento ano passado, talvez não funcione esse ano. O mundo é dinâmico, e você quer ficar a par de novas oportunidades e armadilhas. Complacência é a morte certa para qualquer marca. Se suas capacidades ou conquistas parecem fora de compasso com o mercado e com seus competidores, talvez seja hora de revisar, reinventar ou atualizar sua marca.

Na sociedade ultracomunicativa de hoje, as marcas que se fixam em algo relevante ou que constroem percepções positivas são as bem sucedidas. Siga essas dicas e sua marca funcionará muito bem para você.


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Catherine Kaputa é uma estrategista de marcas, conferencista e fundadora da “SelfBrand LLC”, uma empresa especializada em marcas pessoais estabelecida na cidade de Nova York. Seu mais novo livro é “The Female Brand: Using the Female Mindset to Succeed in Business (Davies-Black, 2009, www.femalebrand.com)”. Ela também é autora de “U R a Brand: How Smart People Brand Themselves for Business Success”, vencedor do prêmio “Ben Franklin” de melhor livro de carreira de 2007.

O artigo original foi editado por Meridith Levinson. Siga-a no Twitter at @meridith.

Fonte: http://www.cio.com/article/492940/Personal_Branding_8_Tips_That_Will_Help_You_Stand_Out

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

06 Erros em sua Marca Pessoal que poderão ameaçar sua busca por empregos.



Na pressa para diferenciarem-se no pior cenário para busca de empregos da última década, os candidatos têm cometido erros de divulgação de suas marcas pessoais que poderão minar suas buscas por trabalho. Aqui vão seis dicas sobre coisas que você nunca deverá fazer.

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Por Meridith Levinson

Interpretação e postagem: Fábio Soares.


As tecnologias de networking e midia social que invadiram o ano de 2009 com certeza tornaram a promoção das marcas pessoais mais fáceis. Fácil demais, talvez, uma vez que muitos candidatos cometeram erros ou descuidos na pressa de divulgarem suas marcas em busca de um novo trabalho.

Especialistas em marcas pessoais dizem que alguns desses erros podem minar suas buscas por trabalho e planos de gerenciamento de carreira. Por exemplo, muita autopromoção pode alienar a audiência que está tentando buscar, diz Catherine Kaputa, uma executiva da área de propagandas que se tornou uma especialista em estratégia de marcas.

Kaputa e mais dois promissores profissionais de estratégias de marcas listam os seis erros mais comuns e danosos que as pessoas cometem, de modo que assim que você recarregar sua busca por emprego nesse ano novo, poderá ter certeza de que sua marca pessoal lhe colocará na frente dos demais candidatos.

1. Colocando o carro na frente dos bois. O maior e mais comum erro cometido pelas pessoas é usar ferramentas para promoção de suas marcas, tais como blogs, LinkedIn e Twitter, sem antes tirar um tempo para definir um marca forte e autêntica para elas.

“Um dos mitos que mais prevalecem sobre marcas pessoais é que elas têm a ver com a criação de um “monte” de visibilidade,” diz a estrategista de marcas pessoais e co-autora do livro “Career Distinction”, kirsten Dixson.

Consequentemente, as pessoas colocam “muitas pegadas digitais”, ela diz, antes de considerar quem são, sobre o que desejam ser conhecidos a longo prazo, e como podem se diferenciar de pessoas que tenham metas e carreiras similares.

Kaputa adverte seus clientes a pensar estrategicamente quando estiverem definindo suas marcas pessoais. Ela recomenda que eles sigam muitas dos exercícios feitos por marqueteiros quando lançam um novo produto. Isso inclui táticas como: Análise SWOT (método de estratégia de planejamento usado para avaliar os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças que envolvem um projeto ou negócio), colocando metas para si mesmos, considerando suas identidades visuais e verbais para sua marca, e estabelecendo um plano de marketing para si.

Dixson diz que aprimorar em sua marca pessoal é difícil e leva tempo, mas vale a pena o esforço, uma vez que orienta todo o seu esforço pessoal futuro para modelagem da marca. Além do mais, muitos dos erros cometidos por outras pessoas vêm do fato de não terem uma marca claramente articulada. Portanto, o tempo para definir sua marca, define-te para o sucesso e funciona como uma medida preventiva.

2. Ter uma marca fora de foco. Muitos candidatos a empregos pretendem ter uma marca pessoal. Mas ao invés de identificar e demonstrar seus valores únicos através de seus meios de comunicação, eles continuam a se promover como, digamos, um “especialista em projetos de TI e um especialista em melhorias de processos de negócio e um especialista em virtualização”.

“As pessoas têm identidades “genéricas”, e isso é um problema”, diz Kaputa, autora de “You are a Brand!”, sendo generalistas, e isso os leva a lugar nenhum”.

3. Adotar uma marca copiada ou genérica. A proposta de uma marca pessoal, e na realidade qualquer tipo de marca, é a diferenciação. Esclarecendo: o trabalho de um candidato quando cria sua marca pessoal, é diferenciá-lo e distingui-lo dos demais candidatos que tenham características e conhecimentos similares. Então, não entre na armadilha de caracterizá-lo como “gerente direcionado a resultados” ou “CIO revolucionário”, você apenas se parecerá com todos os outros que se descrevem da mesma maneira.

"Você quer possuir uma idéia, quer se posicionar para algo com vantagem competitiva e forte”, diz Kaputa.

4. Comportamento inconsistente. Quando você se compromete com sua marca pessoal, você se compromete a ter uma identidade, uma voz que é consistente em todas as midias, todos os canais, por exemplo telefone, correio de voz, mensagens instantâneas, etc, e entre os mundos físicos e online.

Se você se apresenta como um modelo de profissionalismo em seu perfil do LinkedIn, diz Dixon, mas deixa comentários espirituosos em blogs ou seus e-mails se saem menos profissionais do que deveriam, sua audiência alvo questionará sua autenticidade.

5. Não se comprometer com a midia ou o networking social. Blogs e sites de networking são veículos funcionais para as marcas pessoais, mas apenas se você os usar regularmente. Caso contrário, você parecerá desleixado e sem comprometimento.

"Se você crier um perfil no Twitter, mas nunca escreve ou se comunica através dele, ele irá prejudicá-lo mais do que ajudá-lo”, diz Dan Schawbel, especialista em marcas pessoais e autor de “Eu 2.0”.

Similarmente, Schawbel acrescenta que se você tem um perfil no LinkedIn, se certifique que ele está 100% completo. E se você está tirando um pouco de seu tempo para escrever em um blog, você também deverá ter um tempo extra para promovê-lo, assim as pessoas terão condições de encontra-lo em um mar de mais de 133 milhões de blogs.

“Você deve estar tão conectado e comprometido com seu perfil digital quanto é com seu marido ou esposa”, diz Schawbel. E ele quer dizer “genuinamente comprometido”.

6. Super autopromoção. Algumas pessoas para o mar com autopromoção quando embarcam em uma campanha de marca pessoal. Muita autopromoção pode trazer mais prejuízos do que bons resultados. É por isso que Kaputa alerta seus clientes para pensarem a respeito da freqüência de seus esforços para autopromoção.

Muita autopromoção pode se mostrar como a forma que as pessoas se representam na seção de comentários em blogs, acrescenta Schawbel. A maioria das pessoas deixa seu nome, URL e seu comentário, como é costumeiro. Mas algumas pessoas que estão se esforçando demais para se promoverem também deixam seu cargo, nome da empresa e sua frase de marca pessoal, ele diz.

“Nesses casos, essas pessoas parecem chatas por estarem exagerando na autopromoção”, diz Schawbel. “O que importa realmente é escrever um ótimo comentário que inspire ou estabeleça uma opinião concreta. Quando você faz isso, as pessoas clicarão no seu link URL naturalmente”.

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Siga Meridith Levinson no Twitter em @meridith.

Fonte:
http://www.cio.com/article/515613/6_Personal_Branding_Mistakes_That_Can_Threaten_Your_Job_Search?source=CIONLE_nlt_insider_2010-01-15

sábado, 2 de janeiro de 2010

Um novo ano... cheio de novos projetos!


À luz da ciência, a virada de ano não passa de um limite cronológico, o período de 365 dias e 6 horas da translação, quando a Terra completa uma volta ao redor do Sol.
E a tradição nos permite dar a essa passagem o clima feérico que nos leva a pular ondas, fazer brindes, vestir o branco, comer lentilha, romã e distribuir louros.
Debaixo das superstições, contagiados pela oportunidade que o novo começo nos dá de recomeçar, talvez seja a hora de mudar. E a mudança brota da consciência para se concretizar na química que nasce da união de coração e mente.
Quem sabe seja a hora de parar de fumar, de recuperar a boa forma, de buscar o novo trabalho, de comprar um carro, encontrar a cara-metade, morar na casa própria...
Mas, melhor seria que, ao mesmo tempo, tivéssemos olhos para as conquistas abstratas, para a renovação dos valores e das prioridades.
Já passou do tempo do ser humano entender que a felicidade não é um bem material, mas um estilo de vida que se adota e se preserva em cada atitude, em cada pensamento, em cada palavra. Demoramos a notar que as mansões de nada valem quando seus ocupantes são incapazes de transformá-las em lares. Desperdiçamos tempo sem perceber que anéis não reluzem sem dedos que os ostentem, carrões não se justificam quando rodam com passageiros e rumo a destinos incertos.
O mundo ainda gira em torno do homem e o homem se perde na vertigem de rodar numa busca desesperada do que só se encontra dentro de si próprio.
Que o ano novo exerça a magia e o poder de nos induzir à reflexão para que, nas entranhas do pensamento e do sentimento, cada um de nós se conscientize de que o erro que nos beneficia hoje pode ser a cobrança do amanhã em forma de tragédia. Que as pessoas sejam capazes de fazer o bem sem olhar a quem, para receber o bem sem saber de quem. Que o respeito seja a moeda essencial nas relações humanas. Que a ética e a moral sejam práticas rotineiras em nome do bem coletivo. Que o mundo resgate o dom de se reinventar em suas verdadeiras evoluções, sem maquiar as mazelas que nos fazem reféns de sonhos vazios.

Enfim, que 2010 seja um FELIZ ANO NOVO para todos nós!!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Como funciona o mundo corporativo

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho... A formiga era produtiva e feliz. 


O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora. A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. 



Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial... A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente: a pulga (sua assistente na empresa anterior), para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um enorme relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir? A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida!!!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dicas para uma boa gestão (VII)

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
 - Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!



Conclusão:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.