quinta-feira, 21 de junho de 2012

Las 10 reglas que utiliza un incompetente profesional


Les voy a compartir las mejores reglas que consiguen posicionar la ignorancia a los límites más insospechados. Seguro que le alguna le levantan la sonrisa, y la reconocen en alguien bien cercano que se presenta como un completo profesional de la máxima calidad. Estas son a mi juicio las más importantes:

1. “Culpar a los demás”: pase lo que pase, siempre habrá otra persona a la que se le podrá culpar de todos los males, por mucha o nula responsabilidad que tenga. En el argot de los inútiles, esta regla se llama “echar balones fuera” o llegar a mencionar aquello de “el perro se ha comido mis deberes".
2. “Apropiarse y aprovecharse de los logros de los demás”: que resulta fundamental para llegar muy arriba mientras los de abajo no paran de quejarse de nuestra incompetencia. En el argot de los inútiles, se denomina: “ponerse medallas”.
3. “Decir que no se ha hecho nada”: aunque le hayan filmado cometiendo el mayor crimen del mundo, niéguelo todo. Siempre se podrá pensar que es una compleja trama que está preparando su peor enemigo para poner en duda todo su espíritu de honestidad.
4. “No dar la cara y evitar declaraciones”: nunca intente defenderse si ha hecho algo mal. Le acusarán de cosas que ni hubiera pensado. Mejor evitar declaraciones y mencionar un escueto: “No he hecho nada, es todo un complot contra mi honestidad y buen hacer”.
5. “Buscar falsos testigos para apoyar la mentira”: siempre hay algún amigo despistado, de esos que se mueren por estar a su lado, que estarán dispuestos a declarar cualquier cosa. Es importante tener algunos a mano.
6. “Poner a otros a declarar por ti”: si no queda más remedio, y no se puede aplicar la regla 4, es mucho mejor si lo hacen otras personas por ti. Con el complemento de los testigos de la regla anterior, intente ahora poner a declarar a personas que sean bien simplonas, ya que acabarán aburriendo a todo el mundo.
7. “Poner a un abogado a declarar por ti”: agotado el punto anterior, mejor poner al abogado que responda con evasivas y contradicciones.
8. “Inventar un papel de Santo”: si finalmente nos toca decir algo, es importante haber creado una historia que nos eleve al nivel del Espíritu Santo, y que haga pensar a todo el mundo, que bajo ningún concepto, haríamos tales actos.
9. “Arrojar piedras al tejado del enemigo”, ¿alguien nos quiere poner contra las cuerdas? Por muy santo que sea, tendrá algún lado oscuro. Busca ese lado oscuro y golpéalo con fuerza hasta que no quede duda de que es peor persona que el Demonio.
10. “Inventar un complot”: si alguien ha llegado a ponernos contra las cuerdas, y aun así no hemos podido derribarle, no queda más remedio que urdir un complot. Las historias más utilizadas son las que incluyen violación o acoso hacia una mujer, porque siempre consigue recopilar muchas cacatúas sin sentido.

Ninguna ha salido de Internet o de ningún libro. Todas las he sufrido en primera persona, en juicios o ataques, o a base de olbservar a muchos políticos o corruptos. Son los que vengo denominando como cucarachas humanas. Ahora ya saben cómo les pueden atacar. Tengan cuidado, porque últimamente, los ignorantes parece que triunfan mucho.

IMPORTANTE: Este contenido está regido bajo las normas de Copyleft (más información aquí).

Por: Pedro Amador (www.pedroamador.com)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Visão de Ética (PMI)



Establish a worldwide network of project management professionals and connect them via this community platform.

Train practitioners via webinars, discussion forums, and articles for enhancing member skills.

Host a technology-based virtual environment to exchange experiences, ideas, and solutions in the area of Ethics.

Interact and explore opportunities to formalize relationships with other Business Ethics Organizations.

Communicate with membership and encourage involvement as Thought Leaders and Contributors.

Share documents, articles, news, and presentations.






Fonte: Ethics in Project Management Community of Practice.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Tien Tzuo é fundador e CEO da Zuora. Anteriormente, foi diretor de estratégia e diretor de marketing da Salesforce.com.

http://www.linkedin.com/news?actionBar=&articleID=5573663324144406535&ids=0RcPkSc3gQd34QczcPdzoPdPkRb3oQdPsPc34Rc3sPcPwVcjgTdjkIcz8Vdj0ScjgTdPgNdzgNd3sRdiMTcjcSdzAMdPoPcz4Ne3cOdPkRb3oPcj4Rc3sVe3APcz8MczgTdjkIdjkPd3kMc3oTejASd3wRcPsRdiMUdzATc34Mcz0N&aag=true&freq=weekly&trk=eml-tod2-b-ttl-6&ut=0SdR2AKHt31581




Tien Tzuo: Um momento de silêncio para ERP.
Muito se tem discutido sobre a aquisição pendente da SAP $ 3.4b da SuccessFactors, e agora tratam da Oracle $ 1,9 bilhão para comprar Taleo.Justamente, a SAP ea Oracle têm sido elogiados por tentar reforçar suas ofertas de cloud com esses movimentos. Mas, em poucos anos, eu me pergunto se ele vai realmente importa. Porque, enquanto a SAP ea Oracle estão obviamente tentando começar com os tempos, oferecendo os seus serviços através da nuvem, pode ser tarde demais. Por quê? Porque, em suma, ERP - enterprise resource planning software - está em seu leito de morte.
É isso mesmo. Dia de ERP estão contados. E é por causa de uma mudança fundamental que está ocorrendo em relação a como as pessoas consomem produtos e serviços conduzidos pelo enorme crescimento da nuvem em si.
Estou me referindo à mudança que estamos experimentando de distância de um século 20 baseada no produto, "comprar tempo" para uma economia do século 21 "Economia Assinatura" baseada em serviços centrada em torno de relacionamentos com clientes recorrentes.
Pense nisso: há uma boa chance de você é uma explosão do número de consumidores que agora acessar suas músicas através de uma assinatura, como Pandora ou Spotify. Talvez você seja uma das muitas pessoas que pararam de alugar DVDs em favor da transmissão dos seus filmes mais de Netflix. Ou, você poderia ser um do crescente número de consumidores que têm evitado possuir um carro para aceder a um através de uma assinatura com Zipcar. Ou, talvez você é uma lista crescente de empresas que estão votando "não" para a compra de hardware e software e, em vez estão usando aplicativos e poder de computação servidos a partir da nuvem. Como uma economia e uma cultura, nós estamos rapidamente nos movendo para longe de possuir bens tangíveis e, em vez disso, gravitando em direção a tornar-se membros dos serviços que nos fornecem experiências - como ouvir uma música, usando um carro, assistindo a um filme ou colaborando com a nossa colegas.
Claro, essa transformação cultural tem profundas implicações para os modelos de negócios. Por quê? Sucesso não é mais medido pela contagem de quantas unidades do seu produto você vendeu. Pelo contrário, o sucesso é medir quantos clientes estão usando o seu serviço em uma base recorrente e como bem sucedido você é monetizar essas relações recorrentes.
Hoje, a economia Assinatura está alimentando grandes mudanças em toda a comunicação, mídia, tecnologia, serviços ao consumidor e outras indústrias bilhões de dólares que estão adotando modelos de receita de assinatura.Além dos nomes acima, as empresas inovadoras que adotaram os modelos de negócios de assinatura para transformar radicalmente suas indústrias incluem Salesforce.com, Box, Tata, VNU Media e Zendesk.
Mas, não é apenas as novatas que estão alavancando o modelo de assinatura. A maior indicador dessa mudança é que as empresas de produtos tradicionais como Dell estão correndo para reinventar-se em torno de serviços. Dell reconheceu que a venda de baixa margem de hardware era simplesmente muito menos lucrativo do que oferecer serviços.Consequentemente, a Dell adquiriu empresas de serviços e reorientou seus esforços em torno de "precificar nossos produtos com base no valor, em vez de baseadas no custo", de acordo com Michael Dell. E ele está trabalhando.Em uma recente chamada salário Q3, Michael Dell afirmou: "Este é um Dell novo ... no 3 º trimestre, nossas soluções empresariais e de negócios de serviços cresceu 8% para um nível recorde $ 4,7 bilhões."
E a Dell é apenas um dos muitos titãs da indústria que se deslocou para um modelo baseado em serviços. De acordo com um recente relatório do Gartner Group, "até 2015, 35% das empresas Global 2000 com não-produtos de mídia digital vai gerar receita incremental de 5% a 10% através de serviços baseados em assinatura e modelos de receita."


Por que tudo isso o sinal de morte de ERP? É porque os sistemas rígidos de ERP da SAP, Oracle e outros foram projetados especificamente para a era do século 20 de fabricação e não o mundo do século 21 baseada em serviços. Porque ERP foi construído para rastrear os produtos que podem ser colocados sobre um estrado, versus oferta de serviços que são consumidos ao longo do tempo, as empresas de subscrição que utilizam esta luta tecnologia legada uma e outra vez com as questões fundamentais:
Quem são meus clientes? Tente perguntar a SAP ou Oracle quantos clientes ativos você tem a qualquer momento. O conceito simplesmente não existe.Ordens, contas e produtos? Claro. Pergunte ao seu ERP quanto de up-sell negócio que você fez, ou quantos clientes têm renovado no ano passado - e você vai ter um olhar vazio. ERP não é simplesmente construída em torno de operações centradas no cliente. Em uma economia de Assinatura, a menos que você pode rentabilizar o relacionamento com os clientes ao longo do tempo, você está morto na água.Como posso preço desse serviço, a maneira que eu quero? Serviços de assinatura variam desde simples encargos mensais, para as tarifas de uso base, para um tempo de encargos, para "todas as opções acima." Infelizmente, as empresas de ERP sistemas de força de recorrer a soluções alternativas hokey para obter o seu preço certo, como a criação de diferentesprodutos para cada mês do ano. "Fevereiro de Serviço SKU" alguém? E preço de custo acrescido simples não se aplica aos serviços. Em vez disso, as empresas querem fazer o teste rápido AB preço ao tentar medir o apetite para um novo serviço ou oferta. Enquanto isso, uma mudança de preço único em um sistema ERP pode levar semanas.Onde está o "Renew" botão? Assinaturas são todos sobre um ciclo de vida em constante mudança como clientes inscrever-se, atualizar add-on, e, finalmente, renovar o seu serviço. Em sua essência, os sistemas ERP só dar-lhe um botão "Comprar" para as operações de rastreamento. Estão faltando as ferramentas críticas que você precisa para processar este ciclo de vida longo do tempo.Por que não posso vender para todo mundo? Empresas como a Salesforce.com Assinatura Economia e Caixa tiveram sucesso com a venda de seus serviços a todos, desde usuários individuais até empresas de grande porte. Eles precisam de ferramentas para gerenciar coisas como pagamentos de alto volume recorrentes no mundo B2C, bem como ferramentas para o gerenciamento de alta complexidade facturas e contratos no mundo B2B. E essas ferramentas precisam gerenciar clientes que podem vir através de diferentes canais, tais como web de auto-atendimento, dispositivos móveis, vendas diretas ou canal ou até mesmo no Facebook.Legado da tecnologia da empresa faz com que você escolheu um ou outro, quando o que você realmente precisa é a capacidade de vender B2Any.O que está acontecendo com as minhas finanças? Empresas Assinatura viver ou morrer pela sua capacidade de medir as maneiras que as reservas, faturamento, fluxo de caixa e receita estão inter-relacionados. Infelizmente, esses dados vive em silos de software diferentes. Reservas caem em CRM, faturamento e fluxo de caixa viver em seu GL ou sistema de ERP, ea receita é muitas vezes calculado em uma série de planilhas complexas. Boa sorte amarrando tudo isso junto.É por todas estas razões que os dias de ERP são numeradas. A Economia Assinatura exige novas formas de medir tanto e monetização de relacionamento com o cliente. As empresas devem romper com os grilhões do ERP, se quiserem ter sucesso neste novo mundo. Ou, o risco de ser enterrado ao lado dela.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Fighting Project Manager Stereotypes

PMI Community Post
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Fellow project managers: Who are we?
Are we the paper pushers and process police, as an article in this month's PM Network® magazine is titled?
Do we really obsess over reports, come across as control freaks or do everything "by the book"?
Even though most project managers deny they fit these stereotypes, perception is reality for your stakeholders and team members. You may have to fight these false perceptions. Or maybe you need to examine your attitude.
Fighting Project Manager Stereotypes
Fight Back!
Do your team members or stakeholders really feel they are drowning in reports? Work with your organization to see if it´s possible to minimize the volume of project documentation.
Then, clearly communicate the importance of basic reports for the project, particularly for monitoring and controlling, risk management or future lessons learned.
Project managers who are seen as controlling should contemplate a change in attitude. Consider adopting a "servant leader" mentality. Try to transfer your responsibility from making decisions for the team to coaching them so that they can make their own decisions.
Project managers always need to be open to new ideas. Ideas about these new ways of working may come from books, journals, your team or other project managers. Creativity should always be part of the equation—and that can help fight a project manager’s "straight-laced" reputation.
How Your Organization Can Help
Organization executives and project managers themselves can do their part to put to rest any misconceptions about their project managers.
Education of stakeholders and team members will help—perhaps you, as the project manager, could initiate that. Additionally, professional and personal development can assist project managers who might see a little truth in their labels.
Everyone Stereotypes
Of course, stereotypes can go both ways. Software developer Kenneth Ahlstrom posted a 3 x 3 matrix on hisblog that, somewhat tongue in cheek, noted that project managers might view developers as "unthinking assembly-line workers," designers as "unthinking assembly-line slave workers with paintbrushes" and themselves as "leaders of the free world with all of the ideas and know-how."
Mr. Ahlstrom had a remedy for all this labeling: Understand your own role and respect the roles of others. "Resentment sets in when one group or another attempts to infringe on another group's job."
Guido Schoonheim, CTO at Xebia, an IT services firm based in The Netherlands, advised project managers to "Provide structure and process while promoting personal initiative. Deliver on time and budget while keeping your team happy and healthy. It is your job to find the appropriate balance between these forces and thereby avoid these stereotypes."
Mr. Ahlstrom concluded that if everyone learns to "trust, respect and value each other, the stereotypes... will continue to fade and our projects together will reach heights never before imagined."
Is this you?
Blogger Kailash Awati, co-author of The Heretics Guide to Best Practices, presents these project manager caricatures:
Barry Bureaucrat: Barry has a form for everything and is a master of fine print.
Conroy Cowboy: Con has a strictly shoot-from-the-hip approach. He reacts fast to events, even if that means there's no thought preceding the action.
Igor Inflexible: Once he has an opinion, he's congenitally incapable of changing it.
Mac Machiavelli: Mac's a schemer. To him, the project and team are important only in how they serve his relentless pursuit of fame and glory.
Norman No–decision: Norm enjoys discussing issues and analyzing them. He’s elevated analysis paralysis to a fine art.
Sally Shifter: Sally has an unblemished record as a project manager because she's good at shifting the blame for mess-ups on to other people, generally her team members.
Do you deal with these people?
Mr. Awati also wants you to know what stakeholders look like:
Andrew Astronaut: With all the big-picture stuff to look after, your project is just a small speck of inconsequence for him.
Charlie Count-the-cash: Charlie sees the project as a black hole for company cash. To counter this, he has a bag of tried and tested money-saving devices.
Devlin Details: He's the kind of sponsor for whom the 50-page progress report (and the 500-page business case) was invented.
Len Leftfield: Len's questions may not be relevant, but they're always clever and, of course, unanswerable.
Mick Micromanager: Mick likes to see the "small picture" or the "trees for the forest," and offer unsolicited advice on project planning and execution.
"Stereotypical behavior generally occurs in dysfunctional environments where stakeholders assume adversarial attitudes that lead to conflict rather than cooperation," said Mr. Awati. "The key to avoiding such problems is to reconcile diverse viewpoints upfront so that all stakeholders have a shared understanding of project goals and a shared commitment to achieving them."

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

GO HORSE (XGH) - Gestão da Escopo

Fonte: http://aticomoelae.blogspot.com/2011/05/da-serie-go-horse-gestao-da-escopo.html?spref=bl
Os burocratas do PMI inventaram um monte de baboseiras para gerir o escopo do projeto… WBS, declaração do escopo, blá, blá, blá…
O Go Horse não perde tempo com asneiras como essas, pois se preocupa com o fundamental: ganhar a conta do cliente.
Não adianta perder tempo com previsões e futurologia… tem que dizer para o cliente que tudo o que ele quer vai ser entregue no prazo que ele deseja – só assim se ganha a conta. Depois, se dá um jeito pra fazer tudo – basta jogar a bomba no colo da equipe do projeto.
O gerente de projetos Go Horse deve submeter a sua equipe a um estado permanente de terror, de modo que a mesma trabalhe horas extras para cumprir oescopo, não apenas sem reclamar, mas pensando que não faz nada além da obrigação.
Às vésperas da entrega do projeto, após várias madrugadas de trabalho (por parte da equipe, não do gerente, claro), entrega-se o escopo completo, mas nas coxas. Enquanto o cliente testa, o time segue corrigindo os erros que sabe que existem. Perda de tempo zero, sucesso total.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

GO HORSE (XGH) - Gestão das Aquisições

Fonte: http://aticomoelae.blogspot.com/2011/05/da-serie-go-horse-gestao-das-aquisicoes.html?spref=bl
Essa é uma área que os chatos do PMI se esforçaram para encher de inutilidades. Papéis, papéis, papéis, documentos inúteis…
O PMBOK propõe um processo burocratizado e custoso para realizar concorrência de fornecedores. Ora, para que tudo isso se um parente ou amigo seu pode fazer o trabalho terceirizado? Quem sabe, se você contratar a empresa de um parente, pode até levar um por fora!
É mais ou menos como fazem os políticos no Brasil: preenchem os cargos em seus gabinetes com suas esposas, filhos e afilhados, afinal de contas, quem pode ser mais confiável do que a família, não é mesmo?
Enquanto o PMI condiciona a decisão de fazer ou contratar um serviço à capacidade da empresa de executá-lo, o Go Horse vai pelo caminho inverso: condiciona a sua capacidade de realização à existência de um amigo que faça o serviço!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

GO HORSE (XGH): Gestão da Comunicação



A comunicação talvez seja a área de conhecimento que demandou dos burocratas do PMI a maior parcela de criatividade.
Comunicação deveria ser simples: vai lá e fala pro cara o que ele tem que fazer! Mas não: pessoas perderam seu tempo precioso produzindo páginas e páginas com instruções sobre como burocratizar aquilo que a humanidade faz desde os seus primórdios, que é comunicar-se.
Planejamento da comunicação, atas de reunião, relatórios de desempenho, blá, blá, blá… para quê tudo isso se basta passar a informação ao interessado?
O Go Horse acredita em duas ferramentas para comunicação:
- Capacidade de compreensão do ouvinte: para bom entendedor, meia palavra basta. O que dizer de uma palavra inteira? É só falar para o cara o que ele tem que fazer e pronto!
- Poder na estrutura hierárquica: se o ouvinte não faz a tarefa direito porque (diz que) não entendeu, ou que ninguém pediu nada daquilo para ele, basta usar a hierarquia. Palavra de chefe é a verdade, e ponto final. Isso acaba com qualquer ambigüidade.